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  Aos poucos Nana foi aprendendo a se distanciar alguns metros de Caliban que a queria ali presa, sem um minuto de solencio.Justamente pra ela não pensar e não ouvir a vozinha firme mas meiga do duende que se chamava Belém e que lhe sugeria a cada instante que saísse daquela. Ele era quem via os dois espíritos malignos que, aderidos a Caliban faziam dele uma pessoa perigosa. Mas Nana apostava sempre nela mesma mesmo que aquilo fosse um tiro no pé. Era pra ir, ela ia. Achando sempre que poderia até se machucar, mas não retrocederia e que venceria a demanda fosse ela qual fosse.Caliban era um vagabundo. Além de mentiroso e sutil, era preguiçoso e Nana logo se deu conta de que a sua capacidade era um bem para ele. Não gostou. Começou a não gostar e a ver que até então tudo caminhara bem pq ela não havia demonstrado qquer sinal de alerta ou de desconfiança. Veremos, veremos no que isso dá...



Escrito por Simone/Elf/Rosa do Texas às 17h16
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